Resumido por Omeloton IA:
Cerca de 400 anos atrás, em Exeter, Inglaterra, a busca por objetos perdidos era frequentemente acompanhada por acusações de bruxaria. Conhecidos como pessoas astutas ou mágicos de serviço, esses indivíduos utilizavam práticas mágicas para encontrar pertences desaparecidos, mas a cidade era particularmente rigorosa em relação a qualquer prática considerada mágica.
Em 1629, a viúva Christabel Robyns foi acusada de bruxaria por utilizar magia para encontrar algumas colheres de prata e um jarro de estanho. A intervenção do chefe de justiça do Tribunal do Banco do Rei mudou o rumo do caso, mas a perseguição à bruxaria em Exeter continuou.
Em 1666, John Blachett, contratado para encontrar um capuz perdido, foi acusado de feitiçaria e bruxaria, apesar de não haver provas suficientes para condená-lo. A perseguição à bruxaria em Exeter era tão intensa que até tentativas de encontrar objetos perdidos eram consideradas como possíveis manifestações de feitiçaria.